Transferência ou Pix que você não reconhece
Transações e Pix não reconhecidos devem ser comunicados de imediato ao banco. A análise verifica a falha de segurança e o caminho para buscar o ressarcimento.
Golpes bancários · responsabilidade do banco
Golpe do Pix, fraude e transações não reconhecidas podem envolver falha do banco no dever de segurança. Receba uma análise do seu caso e entenda se cabe responsabilização.
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01 Seja qual for o seu caso
Transações e Pix não reconhecidos devem ser comunicados de imediato ao banco. A análise verifica a falha de segurança e o caminho para buscar o ressarcimento.
Contato de suposto funcionário ou central do banco que induz a transferências e senhas pode envolver falha nos mecanismos de prevenção à fraude.
Acesso indevido à conta ou ao aplicativo, com movimentações que você não fez, exige apurar a brecha de segurança e a conduta da instituição.
Contratos feitos em seu nome por terceiros mediante fraude podem ser contestados, buscando a inexistência da dívida e a reparação dos danos.
Compras que você não fez, no crédito ou no débito, precisam ser contestadas junto ao banco e à administradora, com preservação das provas.
Quando o banco nega o estorno ou o ressarcimento de valores tomados em golpe, é possível avaliar a recusa e a responsabilidade da instituição.
02 Como podemos ajudar
Organizamos extratos, protocolos, prints do aplicativo, mensagens do golpe e o boletim de ocorrência — a base para entender o que aconteceu.
Verificamos se houve brecha no sistema, negligência no atendimento ou ausência de mecanismos antifraude que caracterizem falha de segurança.
Havendo fundamento, atuamos pela via adequada para buscar a responsabilização do banco e o ressarcimento dos valores — sem promessa de resultado.
Você entende cada etapa, os documentos necessários e os próximos passos, com acompanhamento próximo e linguagem clara.
03 Por que a KL Advocacia
Kalyandra Luiza atuou por cinco anos na advocacia de um grande banco. Essa vivência ajuda a compreender como as instituições financeiras estruturam sistemas, atendimento e defesas diante de fraudes.
Somada a mais de doze anos em Direito Civil, pós-graduação em Direito Público e MBA Business Law pela FGV, essa leitura técnica orienta uma atuação clara, estratégica e próxima de você.
Advocacia estratégica, visão humana
São mais de doze anos dedicados ao Direito Civil — cinco deles na advocacia de um dos maiores bancos do país, onde aprendeu, por dentro, como funcionam as instituições financeiras.
É essa leitura dos dois lados da mesa que hoje transforma conhecimento em estratégia e trabalha a favor de quem a procura, em todo o Brasil.
Pós-graduada em Direito Público e com MBA em Business Law pela FGV, une rigor técnico à visão estratégica de negócios. Sua trajetória inclui atuação em organismo internacional, nas Nações Unidas (UNOPS e PNUD) e no Governo do Distrito Federal, em uma diretoria na Secretaria de Justiça do Distrito Federal (SEJUS) — experiências que fortaleceram sua capacidade de análise, gestão e foco no impacto humano de cada caso.
Técnica, estratégia e empatia para oferecer soluções jurídicas eficazes e personalizadas, onde você estiver.
Responsabilização do banco
Conte brevemente o que aconteceu. A conversa inicial ajuda a organizar as evidências, entender a falha de segurança e avaliar a medida cabível.
04 Dúvidas frequentes
Depende das circunstâncias. Quando há falha no dever de segurança da instituição — brecha no sistema, demora no atendimento, ausência de mecanismos antifraude ou negligência diante do golpe —, pode haver responsabilização do banco. A análise verifica a conduta da instituição e as provas do caso, sem garantia de resultado.
Comunique o banco imediatamente e registre o protocolo, acione o Mecanismo Especial de Devolução (MED) do Pix quando cabível, faça o boletim de ocorrência e preserve prints, e-mails e mensagens. Com essas evidências, é possível avaliar a falha de segurança e as medidas para buscar o ressarcimento.
Há prazos legais que variam conforme o tipo de relação e de dano. Por isso é importante não deixar para depois: comunique o banco o quanto antes, guarde os protocolos e busque orientação para avaliar o prazo aplicável ao seu caso.
Extratos, comprovantes das transações contestadas, protocolos de atendimento, prints do aplicativo, e-mails e mensagens (inclusive as usadas no golpe) e o boletim de ocorrência. Quanto mais completa a documentação, mais consistente é a análise sobre a falha de segurança e o nexo com o prejuízo.
Pode ter. Mesmo quando o cliente é induzido por um golpista, discute-se a responsabilidade do banco quando há falha nos sistemas de segurança, na prevenção à fraude ou no atendimento. Cada caso depende dos fatos, da conduta da instituição e das provas.
Empréstimo, financiamento ou cartão contratados por terceiros mediante fraude podem ser contestados, buscando a declaração de inexistência da dívida, a suspensão das cobranças e a reparação pelos danos. Reúna as comunicações do banco, o contrato (se houver) e registre a ocorrência.