Golpes bancários · responsabilidade do banco

Foi vítima de um golpe bancário? Fale com uma advogada

Golpe do Pix, fraude e transações não reconhecidas podem envolver falha do banco no dever de segurança. Receba uma análise do seu caso e entenda se cabe responsabilização.

  • 12+ anos em Direito Civil
  • 5 anos na advocacia para grande banco
  • Atuação em todo o Brasil

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01 Seja qual for o seu caso

O golpe pode ter várias formas. Em todas, o que importa é avaliar se houve falha de segurança do banco.

Transferência ou Pix que você não reconhece

Transações e Pix não reconhecidos devem ser comunicados de imediato ao banco. A análise verifica a falha de segurança e o caminho para buscar o ressarcimento.

Golpe do falso funcionário ou falsa central

Contato de suposto funcionário ou central do banco que induz a transferências e senhas pode envolver falha nos mecanismos de prevenção à fraude.

Conta ou app invadido e movimentado por terceiros

Acesso indevido à conta ou ao aplicativo, com movimentações que você não fez, exige apurar a brecha de segurança e a conduta da instituição.

Empréstimo ou financiamento contratado por fraude

Contratos feitos em seu nome por terceiros mediante fraude podem ser contestados, buscando a inexistência da dívida e a reparação dos danos.

Compras não reconhecidas no cartão

Compras que você não fez, no crédito ou no débito, precisam ser contestadas junto ao banco e à administradora, com preservação das provas.

Estorno ou ressarcimento negado pelo banco

Quando o banco nega o estorno ou o ressarcimento de valores tomados em golpe, é possível avaliar a recusa e a responsabilidade da instituição.

02 Como podemos ajudar

Atuação técnica para avaliar a falha do banco e buscar o ressarcimento cabível.

01

Reunir e analisar as evidências

Organizamos extratos, protocolos, prints do aplicativo, mensagens do golpe e o boletim de ocorrência — a base para entender o que aconteceu.

02

Avaliar a falha e o dever de segurança do banco

Verificamos se houve brecha no sistema, negligência no atendimento ou ausência de mecanismos antifraude que caracterizem falha de segurança.

03

Buscar a responsabilização e o ressarcimento

Havendo fundamento, atuamos pela via adequada para buscar a responsabilização do banco e o ressarcimento dos valores — sem promessa de resultado.

04

Acompanhar de perto

Você entende cada etapa, os documentos necessários e os próximos passos, com acompanhamento próximo e linguagem clara.

03 Por que a KL Advocacia

Quem conhece a lógica dos bancos por dentro avalia melhor a falha de segurança.

Kalyandra Luiza atuou por cinco anos na advocacia de um grande banco. Essa vivência ajuda a compreender como as instituições financeiras estruturam sistemas, atendimento e defesas diante de fraudes.

Somada a mais de doze anos em Direito Civil, pós-graduação em Direito Público e MBA Business Law pela FGV, essa leitura técnica orienta uma atuação clara, estratégica e próxima de você.

5 anos na advocacia de um grande banco 12+ anos em Direito Civil Leitura técnica de fraudes bancárias Pós-graduação em Direito Público MBA Business Law pela FGV Atuação online em todo o Brasil
Kalyandra Luiza, advogada responsável pela KL Advocacia

Advocacia estratégica, visão humana

Kalyandra Luiza

São mais de doze anos dedicados ao Direito Civil — cinco deles na advocacia de um dos maiores bancos do país, onde aprendeu, por dentro, como funcionam as instituições financeiras.

É essa leitura dos dois lados da mesa que hoje transforma conhecimento em estratégia e trabalha a favor de quem a procura, em todo o Brasil.

Pós-graduada em Direito Público e com MBA em Business Law pela FGV, une rigor técnico à visão estratégica de negócios. Sua trajetória inclui atuação em organismo internacional, nas Nações Unidas (UNOPS e PNUD) e no Governo do Distrito Federal, em uma diretoria na Secretaria de Justiça do Distrito Federal (SEJUS) — experiências que fortaleceram sua capacidade de análise, gestão e foco no impacto humano de cada caso.

  • Experiência 12+ anos em Direito Civil Atuação sólida e contínua na defesa de direitos.
  • Bancário 5 anos na advocacia de um grande banco Conhecimento prático do sistema financeiro.
  • Formação Pós em Direito Público · MBA Business Law (FGV) Base acadêmica e visão estratégica de negócios.
  • Trajetória ONU (UNOPS / PNUD) · GDF (SEJUS) Experiência internacional e gestão pública com foco em impacto social.

Técnica, estratégia e empatia para oferecer soluções jurídicas eficazes e personalizadas, onde você estiver.

Responsabilização do banco

Sofreu um golpe ou fraude bancária? Comece pela análise do caso.

Conte brevemente o que aconteceu. A conversa inicial ajuda a organizar as evidências, entender a falha de segurança e avaliar a medida cabível.

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04 Dúvidas frequentes

Perguntas comuns de quem foi vítima de golpe bancário

O banco é responsável por um golpe que eu sofri?

Depende das circunstâncias. Quando há falha no dever de segurança da instituição — brecha no sistema, demora no atendimento, ausência de mecanismos antifraude ou negligência diante do golpe —, pode haver responsabilização do banco. A análise verifica a conduta da instituição e as provas do caso, sem garantia de resultado.

Sofri um Pix que não reconheço. O que fazer primeiro?

Comunique o banco imediatamente e registre o protocolo, acione o Mecanismo Especial de Devolução (MED) do Pix quando cabível, faça o boletim de ocorrência e preserve prints, e-mails e mensagens. Com essas evidências, é possível avaliar a falha de segurança e as medidas para buscar o ressarcimento.

Qual é o prazo para reclamar de uma fraude bancária?

Há prazos legais que variam conforme o tipo de relação e de dano. Por isso é importante não deixar para depois: comunique o banco o quanto antes, guarde os protocolos e busque orientação para avaliar o prazo aplicável ao seu caso.

Que provas eu preciso reunir?

Extratos, comprovantes das transações contestadas, protocolos de atendimento, prints do aplicativo, e-mails e mensagens (inclusive as usadas no golpe) e o boletim de ocorrência. Quanto mais completa a documentação, mais consistente é a análise sobre a falha de segurança e o nexo com o prejuízo.

Caí em um golpe por engenharia social. Ainda tenho direitos?

Pode ter. Mesmo quando o cliente é induzido por um golpista, discute-se a responsabilidade do banco quando há falha nos sistemas de segurança, na prevenção à fraude ou no atendimento. Cada caso depende dos fatos, da conduta da instituição e das provas.

Contrataram um empréstimo por fraude no meu nome. O que é possível fazer?

Empréstimo, financiamento ou cartão contratados por terceiros mediante fraude podem ser contestados, buscando a declaração de inexistência da dívida, a suspensão das cobranças e a reparação pelos danos. Reúna as comunicações do banco, o contrato (se houver) e registre a ocorrência.